THEME
E chega a hora em que tudo o que você quer é fugir de si mesmo, desistir...
Nasci da colisão dos sonhos e a realidade.

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“Uma vida é pouco pra o que eu quero viver com você, amor.”
Escrevas.    

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“- Me ensina?
- O que?
- A te ignorar, como você me ignora.”
Caio Fernando Abreu.  

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“Agora está na moda dizer coisas como: “eu odeio dormir”. Imagino que isso venha de uma onda meio falsinha de pessoas excêntricas e supostamente bem-sucedidas que apregoam o superfuncionamento do sistema trabalhista e que gostam de dizer mais coisas vãs e impensadas como: “eu vou dormir só quando morrer”. Imbecis. Com o perdão do baixo calão, que nem é muito do meu feitio, aliás. Mas é que essa conversa me dá um sono danado. E eu sei que minha mãe deve estar lendo isso com um sorrisinho na boca e um “vagabundo” escapando pelos seus dentes meio cerrados de raiva. Eu não sou vagabundo, mãe. Eu sou sonolento. Se isso é vagabundagem, então eu quero que me mostrem onde é que está essa definição no dicionário. E é por isso que eu me entupo de café. Para destruir essa minha natureza hipnótica. Porque eu sei muito bem dos infinitos benefícios que o sono pode fazer à mente humana. O mundo inteiro sabe; mas nos esquecemos. Queremos esquecer. Porque não há mais tempo para dorminhocos. Ninguém gosta de um napeiro. Mesmo assim, colocando mais ainda em risco a minha já extinta vida social, continuo a manter um mínimo diário de horas de sono, que eu não revelo aqui com medo do bullying mesmo. Porque são muitas horas. E horas furiosas. Seria uma afronta à maioria das pessoas. Por muitas horas enfio-me com fúria de pelejador nos travesseiros e, longe de estar à procura de um simples relaxamento muscular ou de uma espécie de desligamento do cérebro, entro em batalhas oníricas e transes oníricos que me colocam em estados paralelos da consciência. Eu começo a sonhar dentro de outros sonhos. E consigo ir nessa levada de sonho por cima de sonho até o infinito que, lá dentro dos sonhos, nem é tão infinito assim. Ele fica meio pequeno. Desse jeito eu vou indo nos sonhos, meio no susto mesmo. E costumo, com muita frequência até, acordar no meio desses sonhos fundidos. Conscientemente. Eu acordo, olho pra mim, que é um eu que acha que está sonhando, e digo “você, por acaso, acha que está dormindo?”, então eu acordo num outro sonho que me diz, através de paredes fantasmagóricas: ”volta pra lá, porque aqui é nada”. Então eu fico sem saber se prefiro o nada ou o sonho hipnagógico que eu já sei que vai acabar em merda. E eu sempre prefiro o nada, que é simplesmente aquele estágio de escuridão antes do acordar, sem sonhos, sem vigílias pela metade, sem nada, apenas sono puro, o mais próximo que se chega da morte antes, claro, de morrermos. É um sono vara curta, só pra gente sentir um gostinho de como será a morte-onça, para nos questionarmos, num breve momento de lucidez no meio da escuridão do nada onírico, para nos questionarmos, molhados de medo: “e agora, uma eternidade só disso, e agora?”, e então cutucar a morte-onça com a vara curta desse seu sono débil e simplesmente acordar. Aí, no meio do turbilhão, você decide que quer ficar. Então liga a televisão. Bate uma punheta. Uma dessa babaquices que fazemos para esquecermos desses papos de eternidades. Manter-se na vigília, sem necessidade, não entendo tamanha brutalidade. Essa coisa de sermos racionais, não sei, não está me parecendo um bom negócio. Pois bem, eu não posso ficar sem dormir. Eu tenho um problema e ele se chama: “eu acho que vou morrer se não dormir direito”. E por “direito” cada um entenda aí a extensão de horas que lhe for mais conveniente. Eu tenho a minha. E quando eu não a respeito, o dia fica turvo e enjoado. Então não tem como. Eu não sou do time que acredita naquela balela que diz que perdemos um terço da vida quando dormimos. Não, eu acho que a gente só ganha com o dormir. Pois o sono é, no mínimo, um bom treino para a morte. Que é a nossa única certeza na vida. Eu sei que ninguém gosta de lembrar disso, ainda mais antes de dormir, mas assim que é. Então por que perdemos tempo com qualquer outra atividade? Não deveríamos nos concentrar apenas na única coisa que sabemos e temos certeza de que acontecerá em nossas vidas? Então por que simplesmente não nos deliciamos com este pequeno e suave treino diário para a morte que é o nosso santo sono de cada dia-noite? Uma pequena morte, como já disseram por aí, um pouco de cada vez, toda noite, todo dia, cada um do seu jeito, mas que se durma, cada vez mais, cada vez mais profunda e furiosamente. Dormir com fúria. Droga, isso aqui ficou com cara de manifesto hipnótico e era apenas para ser um delírio hipnagógico, com uns floreios poéticos e tals. Essas coisas. Agora já foi. Vou dormir. Boa noite.”
Vaner Micalopulos.    

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“O mundo é um cemitério. Existe várias pessoas mortas andando por aí.”
Prestigiador.  

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“Tentei, juro que tentei, mas ainda não consegui juntar todos os pedaços do meu coração espalhado pelo chão. Não consigo mais respirar, minhas mãos estão frias e o meu olhar desesperado. O medo de fazer você sofrer foi mais forte do que eu pensei. Te ver em segurança sempre foi a minha prioridade, a dor que eu sentia após aquele momento era imensa, mas era o que tinha que ser feito. Eu queria o seu bem. Me arrependo de coisas que eu fiz e também daquelas que deixei de fazer. Mas o sentimento de arrependimento é igual a noite, só aparecera depois que um dia doloroso. E mesmo ao longe eu ainda te amo, e quero o melhor para você.”
Ortografias.   

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“Passei a minha vida toda sendo forte na frente dos outros e desabando totalmente só em um canto qualquer.”
Roma, 1994.  

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“As marcas que os seres humanos deixam são, com frequência, cicatrizes.”
A culpa é das Estrelas.  

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“Coloquei uma música pra tocar e ela falou comigo, me compreendeu, até me decifrou.”
Vinícius Brito.   

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